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Livro infantil sobre a história de Soledade é lançado por historiadora da UEPB

Atualizado: 14 de mai. de 2021


Após constatar que sua cidade não dispunha de uma publicação que ajudasse as crianças locais a conhecer a história de Soledade, a historiadora Juliana Karol Falcão, ainda quando cursava a especialização em Estudos de História Local, do NUPEHL/UEPB, decidiu que supriria a lacuna. Consciente de que o conhecimento histórico proporciona a construção de identidade e de cidadania das crianças e jovens, permitindo a compreensão da realidade e capacitando a convivência e modificação do espaço em que vivem, a jovem historiadora definiu os parâmetros na construção de sua obra inaugural: deveria escrever a história local de forma didática e lúdica, capaz de conquistar seus alunos, bem como de ser explorada num escopo interdisciplinar. Foi assim que nasceu o livro “Soledade – Minha cidade tem história”.

Com um enredo simples, porém atrativo, o livro conta a história do Município de Soledade por meio da aventura de um menino chamado Pedro cujo apelido é Pepê. Garoto esperto e curioso, Pepê desejou conhecer a história do local onde nasceu: a cidade de Soledade, ao perceber a importância de conhecer o enredo das pessoas, das coisas e dos lugares. Em sua busca, Pepê encontra a Professora Maria, que o leva a conhecer a história de sua cidade e desperta nele a vontade de ir ao encontro de mais

conhecimento. Nessa jornada, Pepê se torna um caçador e um divulgador da História local.


Juliana Karol de Oliveira Falcão reside na cidade de Soledade/PB. É graduada no Curso de Licenciatura em História, Graduanda no Curso de Licenciatura em Letras – Língua Espanhola, Pós-Graduada em Estudos em História Local: Sociedade, Educação e Cultura e Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Literatura e Interculturalidade pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Defensora intransigente da História local, a autora é taxativa ao afirmar: “Não podemos permitir que as nossas memórias desapareçam, que elas sejam levadas, temos que preservá-las e propagá-las, ensinar as crianças da cidade a história do lugar em que vivem.


O livro foi selecionado em edital da Lei Aldir Blanc, do município de Soledade, o que permitiu sua publicação.



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